Pausa

Em breve, o MeiocAmpistA volta com todo folêgo.

Abraços!

O eleitor e a boa desculpa

congresso nacional

O MeiocAmpistA sai um pouco dos campos para debater as eleições

No último domingo (3), mais de 100 milhões de brasileiros foram as urnas e votaram em deputados, senadores, governadores e iniciaram a escolha do próximo Presidente da República. O país ‘comemora’ trinta anos de democracia, mas quem realmente precisava mudar, ainda não mudou: o eleitor.

Seja na mesa de bar, no trabalho, em uma reunião de família ou no ponto de ônibus, a eterna moda de reclamar do país continua. O que é mais divertido do que falar mal do Brasil ou atacar políticos? Alguém discorda que os salários dos nobres senadores e deputados são altos demais? Quem nunca xingou um parlamentar corrupto visto na televisão, após a descoberta um novo escândalo?

Nos últimos meses, tenho evitado de entrar em conversas com teor de “o Brasil é absurdo” porque sempre estrago a bricadeira. Começo pergutando algo simples: alguém aqui sabe a função de um parlamentar (deputado ou senador)? Antes de me excluírem da roda, gosto de questionar: em quem você votou na última eleição para cargos do legislativo? Quando alguém lembra, continuo a entrevista: ele é seu amigo, conhecido de um parente ou te fez algum favor?”

Geralmente, sou ignorado da conversa nessa hora.

Até entendo que é dificil escolher alguém que transmita confiança para exercer um cargo público. Sei, também, que a política no Brasil está em descrédito. Mas nada, absolutamente nada disto, é motivo para Jader Barbalho, Collor, Renan Calheiros, Roseana Sarney, Garotinho, Eduardo Azeredo, Newton Cardoso e muitos outros receberem tantos votos (ainda tem o Tiririca, talvez o mais honesto desta lista).

Para muitos eleitores, o bom vereador é aquele que “ajuda” a comunidade com alguns favores e que deputado não faz nada. Portanto, votar neles nem é importante.

Não sei se falta acesso a informação, curiosidade ou inquietude. Mas sei que a culpa é nossa. Votamos, não cobramos e muito menos fiscalizamos. Se alguém quisesse realmente protestar, não votaria no Tiririca, mas gastaria tempo para pesquisar os candidatos e votaria pensando no coletivo. Isto irá acontecer? Acho que não. Afinal, estamos no Brasil…

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Foto: Rodolfo Stuckert/Agência Câmara – g1.globo.com

O Chefe da Vila

Neymar e pele Toda esta história da demissão de Dorival Júnior na noite desta segunda-feira (22) ainda parece mal contada. A explicação mais simples seria, talvez, de que um técnico que puniu de forma excessiva a grande estrela do clube acabou caindo diante da soberana decisão da diretoria.

Mas prefiro destacar a questão que já está sendo debatida há semanas: o comportamento de Neymar.

Depois de um primeiro semestre perfeito do Santos e do clamor nacional para que os meninos da Vila estivessem no grupo dos 23 convocados para a copa, Neymar gerou uma rendição da imprensa e dos torcedores brasileiros ao seu talento com a bola nos pés. Mas o comportamento do garoto, irreverente de forma exagerada, às vezes abusada, gerou polêmica e um discurso repetido de que era preciso entender a pouca idade do ‘garoto’.

O que eu não entendo é que esta história de jogador jovem talentoso no mundo do futebol não é nenhuma novidade. Ao contrário, a todo momento surgem promessas ou potenciais craques que rapidamente estouram e recebem propostas milionárias da Europa. Agora um futuro astro que arruma confusão no final de um jogo porque está ‘apanhando demais’ dos marcadores ou xinga o capitão e o técnico do seu time na partida seguinte porque não foi escolhido para bater um pênalti só aparece de vez em quando.

Por isso, tenho dito que Neymar não tem, em nada, úma história diferente de Ronaldo Fenômeno, Ronaldinho Gaúcho e outros tantos que começaram a encantar cedo, mas não eram isentos das peripécias em campo e fora dele em razão da pouca idade. Pelo menos no início de suas carreiras, eles eram mais discretos.

Com a demissão de Dorival Júnior, o Santos mostra que Neymar é sempre perdoado pelo excesso de talento, mas o clube esquece que só a habilidade não basta. Vide o também santista Robinho, que foi para o Real Madrid em 2004, com certeza de que seria o melhor do mundo. Depois de passar pela reserva do Manchester City, precisou voltar ao Brasil para não ser esquecido. E agora, mais uma vez, vai para a reserva, desta vez do Milan.

E a queda do técnico santista confirma mais uma mentira do futebol: quem escala o time é o técnico.

O nome dele é Diego Alves

diego-alves.com

Grande parte da crônica esportiva nacional parece não conhecê-lo, por isso vou apresentá-lo

Enquanto Mano Menezes monta uma nova seleção brasileira e o clamor pela convocação do goleiro cruzeirense Fábio cresce a cada dia (e com justiça), o lado alvinegro de Minas Gerais pode comemorar a  ascensão de um arqueiro revelado pelo Atlético-MG para amenizar a angústia de uma campanha tão ruim do Galo no Brasileirão 2010.

Com passagens por seleções de base e revelado em 2005, depois de ter chegado na Cidade do Galo em 2004, Diego Alves, que hoje tem 25 anos, sofreu o drama de cair para a segunda divisão em seu primeiro ano como profissional, tendo falhado em jogo decisivo contra o Fortaleza, partida considerada crucial para o rebaixamento do Galo naquele ano.

Todavia, em 2006, Diego fez um bom Campeonato Brasileiro da série B e um excelente Campeonato Mineiro em 2007. A volta por cima na carreira foi confirmada com a pré-convocação para a disputa da Copa América pela seleção brasileira principal em maio de 2007 e a transferência para o Almería-Esp em julho do mesmo ano.

Em  grande fase na Espanha, Diego voltou a ser lembrado por Dunga em 2008, quando disputou  jogos amistosos e das eliminatórias da copa, além de ter sido também convocado para a seleção olímpica, disputando as Olimpíadas 2008, quando o Brasil conquistou a medalha de bronze.

Com o espaço da camisa 1 da seleção já preenchido, com Júlio César, Gomes e o contestado Doni, Diego acabou ficando de fora da seleção durante 2009 e da copa 2010.

Novamente lembrado para vestir a amarelinha, desta vez por Mano Menezes, Diego tem totais condições de brigar pela camisa 1 do grupo que irá jogar a copa em 2014. Com certeza, ele irá aproveitar bem estes período de treinos.

Na imprensa espanhola, Diego é destaque

Apesar da pouca visibilidade que Diego Alves tem na imprensa nacional, que supervaloriza alguns jogadores – Globo até já fez já lobby para Bruno (Flamengo), Felipe (Corinthians) serem convocados, na Espanha Diego tem sido mais respeitado a cada dia. Em 2008, Alves atingiu a marca de 618 minutos sem levar gols no campeonato espanhol, desbancando o ídolo Ilker Casillas, que mantinha o tempo recorde de 575. Em 2009, foi considerado um dos melhores goleiros da liga espanhola e, atualmente, é destaque na imprensa espanhola. Depois das convocações para a copa de 2006 pelo mundo, Diego foi o goleiro escolhido pelo jornal Marca para compor o time dos “esquecidos”, que teve Alexandre Pato e Ronaldinho Gaúcho. No vídeo abaixo, uma TV espanhola destaca o duelo entre Messi e Diego, em partida válida pela série A da Espanha. No vídeo seguinte (em duas partes), Diego é alvo de reportagem especial por ter se tornado especialista em defesa de pênaltis.

Imagine, então, se Diego Alves fosse um atleta revelado por um time grande do Rio ou São Paulo…

Exorcismo?

Agência Reuters - globoesporte.com

Não vou contestar que a seleção jogou bem e que a vitória por 2 x 0 sobre os norte-americanos foi justa e consequente de um futebol bonito e ofensivo.  Concordo, ainda, que Ganso e Neymar, os chamados ‘meninos da Vila’, foram destaque e tiveram uma boa atuação.

Mas isso foi dito, repetido e saturado desde ontem após o jogo AMISTOSO e, provavelmente, será comentado até uma próxima atuação do time brasileiro. Então é simplesmente isto? “O Brasil voltou”?

Em menos de 24 horas do término da partida, já vi e ouvi na mídia que Ganso é o atual melhor jogador do mundo e o futuro Zidane. Ora, qual jogador foi intitulado “o futuro fulano” e isto se concretizou? Por acaso, Robinho se tornou Pelé ou Messi virou Maradona? E Zidane é o Platini?

Ouvi, ainda, que o jogo desta segunda feira (11) foi um exorcismo para o futebol brasileiro.  Dunga seria um demônio disfarçado?… Mas agora, o Santo Mano concede entrevistas exclusivas, é presença garantida nos programas esportivos e deixa a imprensa entrar até na pré-eleição do jogo.

Muita gente esqueceu que a partida não valia nada x nada. Era amistosa. A seleção americana, mesmo mantendo a base da copa, onde teve boa participação, não é exemplo de tradição no futebol e não teve boa atuação. Isto é importante, porque a crônica esportiva brasileira sempre esquece do adversário. Não foi a Holanda que mereceu, o Brasil que fez feio…

“Estes meninos deviam ter ido para a Copa” (?). É preciso entender que, para 2010, foi feita uma opção que não deu certo. E ponto. Agora é a hora de começar um novo ciclo, mas sem vingança e, principalmente, vislumbro. É apenas um recomeço.

Em tempo: sou fã do futebol bonito e ofensivo e creio em um belo futuro para a seleção.

Tudo perfeito na convocação?

Foto: Agência Estado - globoesporte.com

A convocação de Mano Menezes nesta segunda-feira (26) representou muita mais que uma renovação ou “novos tempos” da seleção brasileira. Vimos uma lista cheia de nomes diferentes, surpreendentes e questionáveis. Mas algo corriqueiro não aconteceu: as críticas e questionamentos da imprensa e crônica esportiva. Por quê?

A proposta da CBF é renovar. Renovar com equilíbrio, mesclando experiência com juventude, para 2014. Mano trouxe nomes interessantes, como os volantes Lucas e Hernanes e os meias Ganso e Ederson. Mas é perfeitamente cabível perguntar: E se Dunga tivesse convocado Jeferson?

O fato é que há uma nítida tentativa e esforço de se construir uma relação amistosa entre Mano e imprensa. E isto, pelo menos hoje, aconteceu de maneira forçada. Alguns grupos de comunicação, pela internet, destacaram o bom humor e educação do técnico brasileiro na coletiva de pós-convocação. Ninguém falou nada de ruim da lista de jogadores. E um destaque: em seu primeiro dia como comandante, Mano concedeu uma entrevista exclusiva para o canal Sportv.

Não estou dizendo se a lista foi boa ou ruim, se tal jogador deveria ou não ser lembrado. Mas quero levantar pontos que, em outra situação (Dunga de técnico, por exemplo), seriam questionados:

- a convocação do goleiro Jeferson;

- a convocação de um goleiro extremamente novo, o Renan, de 19 anos;

- A baixa média de idade;

- Henrique, Ederson, Jucilei e vários nomes questionáveis;

- A ausência de Fred (Fluminense), Fábio (Cruzeiro) e Diego Alves (Almería-Esp);

- A incoerência: se o propósito é dar uma folga para os jogadores que estiveram na copa, porque Robinho está na lista e Nilmar ficou de fora? E porque Daniel Alves foi convocado e Maicon não?

Em tempo: Mano tem ‘apenas’ uma Copa do Brasil como conquista importante.

Mas o ex-técnico do Corinthians renova as esperanças de muitos interessados. E não estou falando dos torcedores.

Lista completa da convocação de Mano Menezes

Goleiros: Jeferson (Botafogo), Renan (Avaí) e Vítor (Grêmio)

Zagueiros: David Luiz (Benfica), Henrique (Racing Santander-ESP), Réver (Atlético-MG) e Tiago Silva (Milan-Ita)

Laterais: Daniel Alves (Barcelona-Esp), Rafael (Manchester United-Ing), André Santos (Fenerbahce-Tur) e Mancelo (Real Madrid-Esp)

Volantes: Hernanes (São Paulo), Jucilei (Corinthians), Lucas (Liverpol-Ing), Sandro (Internacional) e Ramires (Benfica-Por)

Meias: Carlos Eduardo (Hoffenheim-Ale), Ederson (Lyon-Fra) e Paulo Henrique Ganso (Santos)

Atacantes: Alexandre Pato (Milan-Ita), Diego Tardelli (Atlético-MG), Neymar (Santos), Robinho (Santos) e André (Santos)

Uma aposta

Foto: Gustavo Tilio / Globoesporte.com

Mano Menezes é um bom nome. Mas não o de melhor currículo.

O recente ex-treinador do Corinthians ganhou destaque por alguns bons trabalhos. Conquistou uma série B com o Grêmio, um Gaúcho, além de um vice da Libertadores. Com o Corinthians, ganhou também a série B, um Paulista e uma Copa do Brasil. Como façanha, tem no currículo uma participação da semi-final comandando o modesto 15 de Novembro de Campo Bom na Copa do Brasil de 2004.

Não é ruim. Mas se o assunto é conquistas importantes, Mano tem apenas uma Copa do Brasil. Ainda é pouco se comparado aos três títulos nacionais de Muricy, aos cinco de Luxemburgo e às várias taças de Felipão.

Como todo início de trabalho, o melhor a fazer agora é esperar. Para um trabalho de quatro anos, qualquer julgamento é precipitado. Mano é uma aposta.

Muricy Ramalho

Não deu para entender o que houve entre CBF e Fluminense. Uma pena…

Espanha… e Uruguai!

AFP PHOTO e REUTERS

Vimos um show de gols perdidos e lances violentos na final da copa 2010.  Não vimos o brilho individual de Villa ou Sneijder.

Em um lance decisivo, nos minutos finais do segundo tempo da prorrogação, Iniesta decidiu a copa.

Com méritos, a Espanha venceu, mas sem o show esperado. A Holanda ofereceu resistência, mas ficou (novamente) no quase. Certo é que  a África do Sul foi um lugar de surpresas: o melhor jogador do torneio, o uruguaio Diego Forlán, não jogou a final; as duas seleções finalistas disputaram o primeiro título de suas histórias;  e os craques de tanta expectativa – Messi, Kaká e Cristiano Ronaldo – foram discretos. Houve festa, jogos dramáticos, vibração, alegria e, claro, decepções.

REUTERS

E o que mais chamou atenção: a disputa do terceiro lugar entre Alemanha e Uruguai foi mais emocionante que a final.

Com todo respeito e admiração pelos craques espanhóis: o Uruguai deu o maior show, mesmo ficando em quarto lugar.

Vida que segue, com saudades da copa.  Expectativa, muita discussão e.. até 2014.

Méritos ao adversário

Cristopher Simon - superesportes.com.br

No primeiro tempo, a classificação parecia próxima. A Holanda estava dominada, a vantagem era brasileira e o controle do jogo era todo verde e amarelo. Robinho, aos 10 minutos, colocou o Brasil na frente, após um momento (eu disse momento) Gérson de Felipe Melo.

Mas um erro foi fatal. Marcar apenas um gol antes do intervalo permitiu que os laranjas voltassem para o segundo tempo acreditando. E com uma dose de sorte e uma falha inesperada de nossa ótima defesa, Sneijder marcou um gol que valeu muito mais que um empate. Os jogadores brasileiros ficaram perdidos. O futebol firme e confiante do primeiro tempo evaporou. E o pouco que ainda restava desabou com o segundo gol de Sneijder, de cabeça.

Com a expulsão de Felipe Melo, ficou impossível. Mesmo se o Brasil empatasse, enfrentar uma prorrogação com um jogador a menos seria complicado. Resultado: Holanda por merecimento e competência, classificada.

A eliminação brasileira não é precoce. É preciso entender: existem adversários que também sabem jogar futebol e, no esporte, um sempre ganha e outro perde. Parece óbvio, mas muitos brasileiros não entendem. Preferem procurar culpados e esquecem deste detalhe.

Claro que existiram erros, mas todos sujeitos ao esporte. Fica simples jogar a culpa em Felipe Melo, Dunga ou Kaká, pela má condição física. Prefiro respeitar a tentativa de Dunga e aguardar a renovação para 2014. Isto é o que tem de melhor do futebol. Uma derrota não significa nunca mais. E vale lembrar: ganhamos 5 copas, mas perdemos 14.

Defendo, claro, que o Brasil é uma seleção de ponta e sempre irá brigar pelo título. Mas nem sempre irá ganhar.

Ficamos mal acostumados porque ganhamos em 94, fomos vice em 98 e vencemos 2002. Jogamos três finais seguidas. Mas a geração anterior esperou 24 anos, de 70 a 94, para ver o Brasil erguer a taça outra vez. O poderoso time de 82 não venceu. Assim como o quadrado mágico de 2006 decepcionou. E a equipe retranqueira de 2010 poderia ter chegado ao título, como a desacreditada de 94 chegou.

Aguardemos 2014. Serão mais 190 milhões de treinadores e torcedores.

Grupo eficiente

AFP PHOTO - superesportes.com.br

O adversário pode não ser o mais tradicional se comparado aos grandes do futebol mundial, mas vale destacar que o Brasil não deu chances ao Chile. Depois de um início travado, com um time chileno tentando ir ao ataque, a seleção brasileira se impôs, dominou a partida e fez os três gols. Jogadores experientes como Kaká e Gilberto Silva cresceram na decisão e o grupo mostrou-se unido. Eis o segredo do time de Dunga: a força da coletividade.

A formação da equipe foi mais leve e rápida, devido a presença de Ramires no lugar de Felipe Melo (como sugeri aqui). Daniel Alves, jogando no lugar de Elano, não deixou a peteca cair.

O sistema defensivo brasileiro foi impecável. Lúcio (melhor zagueiro da copa até aqui) e Gilberto Silva foram os destaques. Sobre o ataque, Kaká mostrou que está crescendo e foi, novamente, decisivo. Robinho esteve apagado, mas conseguiu acertar um belo chute no terceiro gol brasileiro. E Ramires trouxe agilidade na saída de bola.

Teremos Elano de volta. Mas perdemos Ramires, suspenso. Nem tudo foi ideal. Felipe Melo ou Josué podem ocupar esta vaga.

Dunga enfrentando a Holanda, nas quartas de final, em 1994. Foto: Getty Images - globoesporte.com

Haja coração

O  jogo contra a Holanda tem tudo para ser excelente. Em 1994, também nas quartas de final, vencemos por 3×2. Em 98, na semi-final, garantimos vaga para a decisão nos penâltis. E agora temos boas chances de conseguir a vitória, ainda que os laranjas estejam impondo respeito. A amarelinha sempre causa mais tremores nos adversários.

Veja a tabela da copa atualizada no globoesporte.com .

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